BuzzFeed avalia os Príncipes da Disney no aplicativo Lulu

A polêmica da vez é o tal aplicativo Lulu, uma plataforma feita exclusivamente para mulheres que serve para avaliar seus amigos, parceiros, ex-namorados, o vizinho etc. Muita gente tem levado a sério o assunto, mas ainda bem que existem outros que sabem que isso não passa de uma brincadeira boba e, adivinhem, colocaram até os Príncipes da Disney no meio. Sim, aqueles mesmo, considerados perfeitos em seus cavalos brancos… Haha!

Pegando carona na nova sensação do momento, o pessoal do BuzzFeed resolveu avaliar os queridos príncipes de um jeito bem sutil, é claro, alegando ainda que as histórias seriam bem diferente, caso as princesas usassem o aplicativo. O resultado, claro, ficou super engraçado!

               

PS: A opinião das donas do blog sobre o aplicativo se diferem uma da outra, portanto não vamos entrar em questões machistas/feministas e nem expor nosso parecer. O post deve ser interpretado apenas como uma brincadeira, sem ofensas aos anti-Lulu. 😉

– Ariel

Princesas barbadas

Aparentemente, até as Princesas Disney aderiram ao Movember – uma campanha que acontece todo mês de novembro, quando os homens deixam sua barba crescer como modo de conscientização do câncer de próstata (uma espécie de Outubro Rosa masculino).

       

O responsável por essa brincadeira das princesas barbadas é Adam Ellis e as ilustrações foram originalmente postadas no BuzzFeed.

– Ariel

Princesas Disney fantasiadas para o Halloween

Halloween está logo ali e o artista Isaiah Stephens já se preparou para isso. O americano pensou em quais fantasias as Princesas Disney usariam nessa data festiva e criou uma série de ilustrações com o tema. Tem muito cosplay épico, como por exemplo Mulan vestida de Xena, Belle de Hermione, Rapunzel de Sailor Moon, Ariel como Black Widow da Marvel e mais. Dá uma olhada:

          

Branca de Neve como Mulher Maravilha, Pocahontas como Katniss de “Jogos Vorazes” (não é a primeira vez que um artista faz um crossover desse), Charlotte de “A Princesa e o Sapo” como Power Ranger (amei!), Jane como Lara Croft e Meg como Mulher Gato.

Para ver o restante (sim, tem mais!), clique aqui.

– Ariel

Royal Jewels Collection – por Andrea Meier

A ilustradora espanhola Andrea Meier fez um estudo para criar jóias para cada Princesa Disney se baseando no país e época em que se passa a história delas, dando também um toque da personalidade de cada uma. Veja como ficou:

A Rapunzel foi sortuda e ganhou duas versões, uma com cabelo comprido e outra com o cabelo curto, e as jóias acabaram ficando parecidas com a coroa do filme mesmo, assim como a da Aurora – aliás, não gostei dela com o cabelo preso. A história da Tiana se passa na década de 20 e ela já estava toda na moda atual, usando colares caídos nas costas, rs. A Cinderella ficou ainda mais parecida com a Princesa Diana (sempre vi semelhança entre elas, não sei porque!) e a Branca de Neve me lembrou a Katy Perry no pôster de seu último perfume, haha!

A artista ainda promete criar jóias para Anna e Elsa, do filme “Frozen” que será lançado no final desse ano.

Achei bem interessante esse trabalho, e você? Qual a sua preferida? 🙂

– Ariel

Child Princesses – por Moonchild

Hoje é dia das crianças, então nada mais justo que um post com e para elas!

Essas ilustrações são um tanto antigas e bem famosas na internet para os DisneyManíacos, mas são apropriadas para o dia de hoje. Se trata de uma série criada pela artista Moonchild que mostra as Princesas Disney ainda crianças, e aparentemente elas estão prontas para dormir, agarrando seu bichinho de pelúcia favorito.

 

Muito fofas! E ela não esqueceu nem da Anastásia, princesa da Fox que bem que poderia ser da Disney, hehe!

Na conta do DeviantArt dessa talentosa artista também tem outros desenhos interessantes, inclusive alguns retratos das princesas (já adultas) feitos a lápis, um mais lindo que o outro:

  

Adoro a forma como ela desenha os olhos *-*

Para se encantar com os outros trabalhos da Moonchild, clique aqui.

– Ariel

Personagens escondidos em filmes da Disney

Muita gente sabe que um monte de filmes da Disney escondem easter eggs, expressão usada para coisas ocultas em cenas ou qualquer tipo de sistema virtual. Darei um exemplo de um dos mais famosos, na minha opinião: o Scar, de “O Rei Leão” (1994), em “Hércules” (1997).

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Eu, como fã da Disney, adoro ver e saber dessas curiosidades. Acho o máximo essa mistura de filmes e personagens e sempre tento procurar algum quando assisto a alguma animação. Aqueles produzidos pela Pixar também costumam esconder vários easter eggs, inclusive de personagens de filmes futuros. É o caso da aparição do Nemo, de “Procurando Nemo” (2003), que pode ser visto em “Monstros S.A.”, lançado dois anos antes:

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Isso já deu tanto o que falar que já inventaram até uma teoria muito confusa, em que afirmam que os filmes da Pixar são todos um só, mas vamos deixar esse assunto para outro post.

Se você ainda não havia reparado nos easter eggs da Disney, separamos alguns bem interessantes que podem ser conferidos logo abaixo:

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Em “A Pequena Sereia” (1989), temos dois easter eggs. Logo no início do filme, com a chegada do Rei Tritão no concerto das filhas, podemos ver o Pateta e o Mickey na plateia. Já quase no finalzinho, veja quem são dois dos convidados do casamento de Eric e Vanessa… O sogro da Cinderella e o Duque!

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Acho que o Aladdin estava tirando uns dias de folga em Nova Orleans quando Tiana e Naveen se conheceram. Em “A Princesa e o Sapo”, de 2009, há dois easter eggs da animação de 1992. Numa das primeiras cenas (foto debaixo) podemos ver o tapete do príncipe de Agrabah estendido em uma varanda e, enquanto Mama Oddie canta uma música, ela joga alguns objetos e um deles é a lampada do namorado de Jasmine. Já na cena do desfile de carnaval, o Rei Tritão de “A Pequena Sereia” (1989), é homenageado com um carro alegórico.

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Falando em Aladdin… Na cena em que o Gênio está prestes a transformá-lo em príncipe, o Sebastião de “A Pequena Sereia” aparece pendurado em seu dedo. E olha a pelúcia de quem que está entre os brinquedos do Sultão… A Fera, de “A Bela e a Fera” (1991)!

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É claro que não perderiam a oportunidade de juntar “A Dama e o Vagabundo” e “101 Dálmatas” de alguma maneira. O casal protagonista da animação de 1955 faz uma rápida aparição em “101 Dálmatas”. Até a Peg, amiga do Vagabundo, aparece no filme de 1961 na vitrine de um pet shop.

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Em “O Corcunda de Notre Dame” (1996), a Belle de “A Bela e a Fera” (1991) aparece no canto de uma cena, distraída lendo um livro. Easter egg apropriado, já que ambas histórias se passam em Paris.

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“Lilo & Stitch”, de 2002, é cheio de easter eggs – o que não é surpresa, pois até o trailer da animação mostra, descaradamente, Stitch arruinando diversas cenas clássicas de outros filmes (clique aqui para assistir). Provando também que não são só personagens que se escondem, como também objetos que muitas vezes vemos como “sem importância”, em “Lilo & Stitch” há uma mistura de Disney com Pixar (tá, eu sei que um pertence aos outros, mas estou levando em consideração a mistura de desenhos em 2D e 3D). Em uma das cenas, podemos ver a bola Luxo’s Jr, que ficou mais conhecida em “Toy Story” (1995). Já Nani, irmã de Lilo, parece ser fã de Mulan, pois vemos um pôster do filme de 1998 pendurado em seu quarto. E entre os brinquedos de Lilo, há também uma pelúcia de Dumbo (1941).

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Esse também é conhecido e bem notável. Em uma cena de “Tarzan” (1999) podemos ver Mrs. Potts, de “A Bela e a Fera” (1991), e seus “filhos-xícaras”.

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Finalizando com o meu easter egg preferido! Em “Enrolados” (2010) podemos ver três livros de clássicos da Disney espalhados pelo chão. São eles: “A Bela e a Fera” (1991) está à esquerda, o de “A Bela Adormecida” (1959) está aberto perto da janela e “A Pequena Sereia” (1989), com Ariel na capa e tudo, está à direita. Lindo, né?! Além disso, podemos também ver o Pinocchio (1940) no boteco em que o Flynn Rider leva a Rapunzel.

BÔNUS: Não sei se esse pode ser considerado um easter egg, mas é uma curiosidade e tanto. Jodi Benson, a voz por trás de Ariel, faz uma pequena aparição em “Encantada”, de 2007, como a secretária do personagem Robert.

(L_R)  AMY ADAMS, JODI BENSON

Se surpreendeu com tanta coisa escondida? Caso você tenha visto algum easter egg que não citamos por aqui, deixe nos comentário! 😉

– Ariel

Artista monta Princesas Disney com vestimentas de seus Príncipes

Veja abaixo algumas princesas usando as roupas de seus respectivos príncipes:

          

O artista responsável pelas ilustrações é conhecido como Godo e na sua conta no DeviantArt podem ser encontradas outras obras suas com tema Disney. Aliás, dá pra perceber que a preferida dele é a Jane, hehe. O diferencial dessas imagens é que elas são tão perfeitas que parecem originais! Para ver o restante da série, clique aqui.

– Ariel

Disney Store lançará nova série de bonecas limitadas da Designer Collection

Como prometido nesse post aqui, hoje falaremos sobre a linha de bonecas luxuosas edição limitada e exclusiva da Disney Store.

A série leva o nome de “Designer Collection”, criada por Steve Thompson, e já teve duas edições: a “Disney Princess Designer Collection” e a “Villains Designer Collection”. A primeira conta com as Princesas Disney em vestidos e penteados de gala, enquanto a segunda leva a mesma temática, só que com as vilãs.

Ilustrações da “Disney Princess Designer Collection”

A linha de produtos também inclui esmaltes, cadernos e bolsas, mas o que mais chama atenção mesmo são as bonecas. São vendidas apenas 1000 exemplares de cada personagem e elas podem ser encontradas apenas na Disney Store física.

Esse ano uma nova coleção será lançada, intitulada “Disney Fairytale Designer Collection”, que trará novamente as Princesas, mas dessa vez com seus pares românticos. Por enquanto só foram divulgadas as ilustrações dos casais, as vendas dos produtos devem ter início ainda no final desse mês.

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Provavelmente ainda façam alterações nos visuais, além de incluírem a Cinderella e o Príncipe Charming (quem sabe até outros casais?!), mas eu amei demais a Branca de Neve com cabelo comprido e especialmente a roupa da Ariel!

Quem é fã das Princesas e vai para a Disney por esses dias e tiver a oportunidade de comprá-las, o meu conselho é que não pense duas vezes e apenas compre! É uma chance única e elas realmente estão belíssimas! Cada caixa trará o casal custando em torno de $130 dólares.

– Ariel

Veja como foram os primeiros rascunhos das Princesas Disney

É, nem sempre nossas Princesas foram exatamente do jeito que são. Algumas, no ínicio, eram bem diferentes do resultado final, mudando até o figurino completo. Já outras agradaram os animadores desde o começo e não receberam tantos retoques. Veja abaixo como foram os primeiros rascunhos das Princesas Disney:

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E aí, o que achou? Eu disse nesse post aqui que a Aurora tinha sido inspirada na Audrey Hepburn, e nesse rascunho dela achei bem parecida até. Já a Bela tinha um ar mais sexy, com certeza mudaram sua aparência pois não combinava com o ar intelectual da personagem. E a Jasmine com cabelo solto e roupa de manga comprida vermelha?! No DVD “Aladdin” – e possivelmente em outros DVDs também – há algumas cenas que foram cortadas da edição final e que são feitas com esses rascunhos.

BÔNUS: Agora você me pergunta… Quem são aqueles dois no último quadro?! É uma nova animação que vem por aí. “Frozen” deve estrear no final desse ano e conta a história da princesa Anna e da Rainha Elsa, baseado no conto original de Hans Christian Andersen (o mesmo de  “A Pequena Sereia”). Essa é a única imagem oficial divulgada pela Disney, mas de acordo com especialistas, a produção final das novas personagens deve ficar assim:

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– Ariel

A verdade por trás dos contos de fadas

Você já parou para pensar da onde vem tanta imaginação dos produtores da Disney para criar tantas histórias? Histórias essas que fazem parte da nossa infância e nos fazem sonhar.

O que muitos não sabem, é que a maioria dos filmes animados que estamos acostumados a conhecer, são adaptações de contos bem antigos e, até mesmo, sombrios.

Como eu nunca vi nenhum outro blog ou site contando todas essas histórias (sempre falta uma ou duas), resolvi eu mesma pesquisar e escrever para, quem sabe, criar o post mais completo sobre o assunto 🙂

Espero que gostem. Boa leitura!

  • CINDERELLA

Pasmem: “Cinderella” é um conto que data do século I a.C. Por ser tão antigo, há milhares de versões, sendo a mais conhecida a adaptação dos irmãos Grimm. Esta é bem parecida com a versão da Disney, exceto pelo final mais sombrio.

Para fazer com que o famoso sapatinho coubesse, as irmãs da Gata Borralheira cortaram partes de seus pés. Uma cortou os dedos e a outra, o calcanhar. Dois pombos viram a farsa e bicaram os olhos das duas. Após o episódio, ambas viraram mendigas cegas.

O detalhe do sapato também teve mudanças. Enquanto a Disney o fez de cristal, no original ele é de vidro e, a fada madrinha, na verdade, se tratava da mãe falecida de Cinderella.

  • BRANCA DE NEVE

Esse é outro conto adaptado pelos irmãos Grimm, e que não difere muito da versão que conhecemos.

A princesa Branca de Neve tinha 7 anos quando a sua madrasta percebeu que a sua beleza poderia lhe causar problemas. Foi então que ela mandou um caçador arrancar-lhe os pulmões. Branca conseguiu fugir e passou a morar de favor na casa de sete anões. Mais tarde, a Rainha Má descobriu seu esconderijo e tentou por três vezes matá-la, disfarçada de mendiga. Na primeira, ela tentou Sufocar a princesa com um espartilho. Na segunda, levou um pente envenenado e, na terceira tentativa, a maçã. Dessa vez os anões chegaram tarde para socorre-la e, como Branca de Neve ainda estava com a aparência boa, optaram por não enterrá-la. Ao invés disso, a colocaram numa cripta de vidro no meio da floresta. Um dia, um príncipe passou pela cripta e quis de todo modo comprá-la. De imediato os anões recusaram a oferta, mas depois de tanta insistência do príncipe, acabaram aceitando. Durante o trajeto, o príncipe deixou a cripta cair no chão. Com a queda, Branca cuspiu o pedaço de maçã envenenado e voltou a vida. Os dois se casaram e chamaram a Rainha Má para a festa. Ao chegar lá, a mandaram calçar sapatos fervendo na brasa e a fizeram dançar até cair no chão, morta.

  • A PEQUENA SEREIA

“A Pequena Sereia” pode ser considerado um dos que mais tiveram mudanças pela Disney. O escritor do conto original é o dinamarquês Hans Christian Andersen e sua história é tão famosa por lá que, na cidade de Copenhagen, há uma estátua de sereia em uma pedra, no meio do mar.

A protagonista da história tinha mais cinco irmãs, todas criadas pela avó. Na “lei das sereias”, ao completarem 15 anos, ganhavam a permissão de ir à superfície. Quando chegou a vez da Pequena Sereia, ela salvou um príncipe de um naufrágio e se apaixonou por ele. Em seguida, procurou a bruxa do mar para lhe dar pernas, a fim de conquistar o amado. A bruxa concebeu o seu pedido, porém a Pequena Sereia ficaria sem voz e, cada vez que andasse, sentiria dores como se estivesse pisando em facas. Além do mais, se ela não conseguisse se casar com o príncipe, viraria espuma do mar (sereias, na verdade, viram espuma do mar ao invés de morrerem). A Pequena Sereia realmente fez o príncipe a amar, mas não como se ama uma esposa. Mais tarde, ele conheceu uma mulher e a confundiu com a sua salvadora, e assim decide se casar com ela.

No dia anterior ao casamento, as irmãs da sereia surgem com uma faca. Elas haviam feito um acordo com a bruxa: se a Pequena Sereia encravasse a faca no peito do príncipe, ela se livraria da maldição. Mas a sereinha o amava muito e não teve coragem de matá-lo. Suas lágrimas de amor verdadeiro a fizeram virar um espírito do ar, ao invés de espuma.

  • A BELA E A FERA

A história original foi escrita por Andrew Lang, em 1889, e nele a aparência da Fera era descrita como a de uma cobra.

O pai de Bela era mercador e tinha mais duas filhas e três filhos. Quando ele viajava, todos pediam coisas caras, exceto por Bela, que só queria uma rosa vermelha. Em uma de suas viagens, o mercador se perdeu e foi parar no castelo da Fera. Lá, ele roubou uma rosa para dar à Bela. A Fera o pegou no flagra e o obrigou a oferecer uma de suas filhas para ele. Bela foi a escolhida. Ao chegar no castelo, para a surpresa da jovem, a Fera a tratou como uma princesa e sempre a pedia em casamento, escutando um não como resposta todas as vezes. Um dia, Bela pediu para visitar o seu pai e a Fera permitiu, com a condição de voltar depois de dois meses. Certa noite, Bela sonhou que a Fera estava morrendo e correu de volta ao castelo, preocupada. Quando ela chegou, a Fera realmente estava em seu leito de morte. Deparada com tal situação, Bela finalmente percebeu que o amava e fez com que seu amor o transformasse em um lindo príncipe.

  • A BELA ADORMECIDA

O conto é originário da França, escrito em 1697 e, mais tarde, ganhou uma versão dos irmãos Grimm.

Mais por uma premonição do que por uma maldição, uma bela princesa teve o seu dedo envenenado por uma farpa de linho. Muito triste, o rei colocou sua filha em uma cadeira de veludo, em um cômodo no meio da floresta e a tranca para sempre. Certo dia, um outro rei estava passando por ali e ficou encantado com a beleza da princesa. Ele, então, a estuprou e partiu. Sem saber, o rei acabou engravidando a princesa morta e, meses depois, ela deu a luz a gêmeos.

Um dos bebês, procurando por alimento, começou a chupar o dedo da mãe. Ele chupou com tanta força que conseguiu retirar o veneno e a fez despertar novamente. A esposa do rei acaba descobrindo tudo e manda lançar, mãe e filhos, na fogueira. Mas, na hora do ato, o rei joga a sua esposa no lugar da princesa e os gêmeos, e eles se tornam marido e mulher.

  • CHAPEUZINHO VERMELHO

A versão dos irmãos Grimm é a mais popular. O caçador salva Chapeuzinho e sua vó, e o lobo-mau morre no final. Mas também há a versão de Charles Perrault, mesmo escritor de “A Bela Adormecida”. Nele, não há caçador e nem final feliz. Ambas avó e neta são mortas pelo lobo-mau, após Chapeuzinho ter confiado na sua palavra durante o seu trajeto. A moral da história é de que não devemos falar com estranhos.

  • A PRINCESA E O SAPO

Também criado pelos alemães Grimm, a história, na verdade, tem outro nome: “O Sapo Príncipe”.

Um rei de um reino distante tinha belas filhas. A mais bela e mais mimada adorava brincar com a sua bola de ouro no jardim. Um dia, a bola foi parar no fundo de um lago e a princesa pôs-se a chorar. De repente, surgiu um sapo, falando que se ele se tornasse o seu companheiro, ele a devolveria a bola. A princesa aceitou e o sapo cumpriu a sua promessa, diferente dela, que saiu correndo, deixando o sapo sozinho. O rei soube de sua mentira e obrigou a filha a trazer o sapo para casa. Desesperada e com nojo de tê-lo em sua cama, a princesa o joga contra a parede, e isso o transforma de volta em um príncipe, não um beijo apaixonado como no filme da Disney.

  • O CORCUNDA DE NOTRE-DAME

Escrito por Victor Hugo, na França, em 1831, o conto na verdade é intitulado “Notre-Dame de Paris”.

Por causa de sua deformidade, Quasímodo é abandonado, ainda bebê, na porta da catedral, e é adotado pelo arquidiácono Frollo. Este obtinha um desejo profundo pela bela cigana Esmeralda, que sempre fazia apresentações de dança nas praças públicas. Com medo de não conseguir conter a tentação, Frollo manda Quasímodo a raptar. Esmeralda, então, é salva por um grupo de arqueiros, liderado por Phoebus. A cigana se apaixona por ele, mas o comandante já era comprometido. Mesmo assim, os dois começaram a manter um caso. Sabendo disso, Frollo mata Phoebus e acusa Esmeralda de assassinato. Para se livrar de sua sentença, o religioso obriga a cigana a ter relações sexuais com ele. Ela não aceita e, no momento de seu julgamento, Quasímodo consegue a sequestrar e a leva para dentro da igreja, onde ninguém pode pegá-la.

Quasímodo cuida de Esmeralda a noite toda, mas os outros ciganos conseguem a achar e, aproveitando a confusão, Frollo se apossa da cigana novamente. Irritado com as recusas de Esmeralda, Frollo a tranca junto com uma velha louca. A prisioneira, ao invés de despedaçar Esmeralda, percebe que ela é, na verdade, a sua filha, e a poupa de todo o sofrimento. Porém a paz de Esmeralda dura pouco. Os guardas da catedral a encontram e a levam para a sua execução.

Quasímodo e Frollo estavam na torre, assistindo a tudo, quando de repente, movido pelo desespero, o deforme empurra o seu pai adotivo torre abaixo e, em seguida, desaparece para sempre.

  • POCAHONTAS

A história da índia americana é real. A Disney recebeu críticas dos descendentes de Pocahontas pela sua versão distorcida, fazendo com que houvesse a continuação do filme, em que mostra a protagonista ficando com o seu verdadeiro marido, John Rolfe.

Na verdade, Pocahontas era apenas um apelido, que significa “criança mimada”. Seu nome era Matoaka e ela era filha de um dos chefes da tribo Powhatan, que ocupava quase todo o litoral do estado de Virginia.

Quando tinha 11 anos, Pocahontas conseguiu livrar o colono inglês John Smith, que seria morto pelo seu pai, em 1607. Smith era um homem que beirava os 30 anos e, graças a esse evento, a tribo Powhatan estabeleceu a paz com os ingleses. Ao contrário do filme da Disney, Pocahontas e John Smith nunca se relacionaram. Ele apenas a serviu como professor da língua e costumes ingleses. Em 1609 John Smith foi baleado e teve que voltar para a Inglaterra. Outros colonos afirmaram à Pocahontas que ele havia sido mordo.

Quando completou 17 anos, a índia foi capturada por ingleses e permaneceu na prisão por mais de um ano. Interessado pela jovem, o britânico John Rolfe a pede em casamento, em troca de sua liberdade, e ela aceita. Ao chegar na Inglaterra, Pocahontas passou a se chamar Rebecca. Ela teve um filho com Rolfe, a quem o batizou de Thomas. Lá, Pocahontas descobriu que John Smith estava vivo, mas na época não conseguiu encontrá-lo. Por sua vez, Smith mandou uma carta para a Rainha, pedindo para que tratassem a índia com nobreza. E, assim, fez com que Pocahontas se tornasse muito popular no reino e até ganhar a simpatia do Rei.

Em 1617 Pocahontas reencontrou John Smith e ela se disse decepcionada com ele, por não ter conseguido manter a paz entre a tribo e os colonos. Meses depois, a índia e seu marido estavam no navio, rumo aos Estados Unidos, porém uma possível pneumonia os fizeram retornar e, no mesmo ano, Pocahontas veio a falecer.

Curiosidade: o ex-presidente George W. Bush é um possível descendente de John Rolfe, fruto de um casamento posterior.

  • MULAN

Muito se questiona sobre se Mulan é apenas personagem de uma lenda chinesa ou se ela realmente existiu. A obra foi composta no século VI, durante a dinastia de Tang, mas se passa durante a dinastia Ming. Hua Mulan era o seu nome verdadeiro, mas a Disney preferiu adotar Fa Mulan para não enfrentar possíveis processos jurídicos.

A chinesa ficou famosa por lutar na guerra contra os nômades, que durou 12 anos, no lugar de seu pai. A cada batalha, Mulan se destacava por sua coragem. Mesmo depois de descobrirem que se tratava de uma mulher, o imperador da China quis recompensá-la, mas ela não aceitou e simplesmente voltou para casa.

  • ANASTASIA

A história da Gran-Duquesa russa Anastasia é verdadeira e trágica, mas não teve nenhuma versão contada pela Disney. A que conhecemos foi produzida pela Fox e tem um final feliz, ao contrário do que realmente aconteceu.

Anastasia Romanov era a filha mais nova do czar russo Nicolau. No filme animado da Fox, Rasputin seria o grande vilão da história, mas na realidade ele era apenas um amigo da família, que ficou mal visto depois dos rumores sobre um possível caso com a mãe de Anastasia e também casos de pedofilia, envolvendo as filhas do czar.

Durante a Primeira Guerra Mundial, toda a família real foi capturada pelos bolcheviques e, posteriormente, executados. Ao encontrarem os restos mortais da família, notaram que não haviam os restos nem de Anastasia e nem de seu irmão mais novo. A partir daí, surgiram boatos de que ambos poderiam estar vivos.

Foi quando uma mulher chamada Anna Anderson contou aos jornais que era a Gran-Duquesa e que havia sobrevivido ao ataque se fingindo de morta e fugindo em seguida. Por anos a fio a mentira foi sustentada e Anna ficou muito rica. Apenas depois de sua morte foi concluído que Anna não se passava de uma impostora.

Tempos depois, os cadáveres dos irmãos foram encontrados e comprovados através de exames de DNA.

  • RAPUNZEL

A história de Rapunzel é uma das mais famosas e antigas. Na minha opinião, a Disney bem que demorou muito tempo para readaptá-la aos cinemas! hehehe

Havia um casal que morava ao lado de um castelo que pertencia a uma bruxa. Quando estava grávida, a mulher pediu ao marido que fosse pegar algumas frutas. Estas só seriam encontradas no pomar da bruxa. O marido, então, arriscou roubá-las, mas foi pego pela bruxa. Como castigo, ela ordenou que o homem a desse a criança que sua esposa estava esperando. Dito e feito, a bruxa nomeou a menina de Rapunzel. Ao completar 12 anos, a bruxa prendeu a jovem numa torre sem portas e nem escadas. Ela também cultivou o cabelo da menina, sem jamais tê-lo cortado. Quando queria entrar na torre, a bruxa subia pelas longas tranças de Rapunzel. Certo dia, um príncipe estava passeando pelas redondezas e ouviu Rapunzel cantando na janela. Ele se apaixonou pela jovem e passou a visitá-la sempre que podia. Numa dessas visitas, o príncipe observou como a bruxa fazia para subir na torre e, no dia seguinte, fez igual. Ao chegar no topo da torre, pediu Rapunzel em casamento e ela aceitou. Juntos bolaram um plano: toda noite o príncipe viria com um pedaço de seda, para que assim Rapunzel tecesse uma escada. Com o passar do tempo, a bruxa percebeu que a barriga de Rapunzel estava crescendo e descobriu tudo. Ela, então, cortou os cabelos da jovem e lançou um feitiço para que ela morasse num deserto. Quanto ao príncipe, a bruxa o cegou e ele começou a vagar sem rumo pelos bosques. Até que um dia foi atraído, novamente, pela voz de Rapunzel. Os dois se reencontraram e as lágrimas de Rapunzel curaram a cegueira do príncipe, que viveram felizes para sempre.

BÔNUS: 

  • Hercules

Hercules, na verdade, é um Deus da mitologia grega, filho de Zeus com uma mortal. Sua história é famosa pelas 12 tarefas que teve que cumprir e que o mostrou um Deus muito forte.

  • Alice no país das maravilhas

A animação da Disney foi inspirada pelos livros de Lewis Carroll. É claro que a história é fantasia, mas a Alice realmente existiu. Ela era uma garotinha de 8 anos, filha de um casal amigo do escritor. Carroll ficava encantado com a personalidade da menina e sempre a levava para passear. Muito se especula a respeito de uma possível relação amorosa entre os dois, coisa que nunca foi comprovada devido a enorme diferença de idade entre os dois.

– Ariel